• eufinatti

Produtora Hash explana Matuê e o chama de ladrão. Entenda o caso:


Se você é do grupo que achou que 2020 não poderia ficar mais estranho, então você é um de nós. 

Isso mesmo que você leu, e o motivo dessa vez, é que a produtora HA$H fez uma thread no seu Twitter oficial, alegando que o trapper Matuê roubou seu artista (de vulgo Teto). Porém, se você é do tipo que gosta de entender toda a treta, antes de pegar a visão, iremos te ajudar:


A HA$H comunicou oficialmente nesta tarde (3/11), no meio do nada, que o artista Matuê roubou seu artista, e o deixou no prejuízo. Além disso, expôs conversas com o Tuê e tentou fazer com que a audiência escolhessem lados. Contudo, entendemos que é uma situação um tanto delicada - e justamente por ser delicada, queríamos ver a situação no ponto de vista mercadológico.


Sabemos que ultimamente a lei do cancelamento está em alta, onde o público toma ondas de hate em artistas quando eles “pisam na bola”, afim de tentar cancelar a carreira deles. Com isso, seria bem fácil para uma produtora que está tendo dificuldades em obter um hit do momento, cair matando em cima de um artista que está explodindo no cenário atual.


Além do mais, o último hit mesmo da Ha$h Produções foi a 1 ano atrás, com o Jovem Dex (artista que eles mais evidenciam) que teve mais de 13 milhões de visualizações. Fica entendível o desespero por buzz, visto que os últimos projetos não saíram exatamente como eles queriam - um canal grande com uma audiência grande, espera por resultados grandes também. O que eles não conseguiram obter ultimamente, iniciando uma treta com o maior trapper do momento. 


Com isso, fica a grande pergunta: treta ou marketing? Pode ser que ambos, já que sabemos que o Matuê é ótimo quando o assunto é marketing, e a Ha$h teria seus motivos para conseguir tentar voltar a ter os holofotes viradas para eles. E ainda que seja verdade, por que expor na internet, sabendo que o processo pode prejudicar ainda mais a imagem da produtora?


Por fim, que comecem as teorias! Existem lados nessa história que não foram ouvidos, e acreditamos que essa história está longe de acabar.